| PRODUÇÃO MUSICAL
Como produtor,
foi responsável pelas faixas "Olha o Gandhy Aí" (prêmio de melhor música do carnaval 2005 pela Rede Bandeirantes
Nacional) e "Pai Oxalá", músicas que fazem parte
do disco Balé Mulato (2005) de Daniela Mercury.
Neste mesmo cd, fez ainda uma versão da música Certain
Softness, de Paul McCartney - Essa Ternura, de Cesar
Lemos, onde toca violão.
É também diretor
musical da banda da cantora, além de produzir jingles, trilhas e
vinhetas em estúdio próprio.
Alexandre Vargas
fez a direção musical da banda da
cantora Daniela Mercury no dvd Baile Barroco (2006).
TRILHA SONORA
Em parceria com
o DJ Nortcele, Alexandre Vargas produziu a trilha sonora
do desfile da estilista Luciana Galeão ("Rosas são vermelhas, violetas são azuis")
para o Barra Fashion (Shopping Barra, Salvador - Bahia). Voz: Alice
Santos. Apoio: Estudio de Gravação Taba 303.
Trilha Sonora
do filme brasileiro "Canta Maria" (2006), de Francisco
Ramalho Jr, ficção baseada em romance nordestino atual (Os Desvalidos) do escritor sergipano Francisco J.C. Dantas, passado no final dos anos trinta, no nordeste brasileiro. Atuam no filme: Marco Ricca, Vanessa Giácomo, Edward Boggiss e José Wilker. Alexandre Vargas produziu três faixas originais da trilha: "Dança
Maria", "Alumeia" e "Cavaleiro do Coração"
(compostas por Daniela Mercury e Gabriel Povoas).
CDs INDEPENDENTES
Sempre pesquisando
e estudando, Alexandre Vargas também produziu, gravou e mixou
seus CDs independentes, como o da sua banda de rock Cicoguita
e o cd instrumental Fôlego Vivo. Este último
contou com a participação dos músicos: Cesário
Leone (baixo), Marcelo Brasil (bateria), Léo Marques (Zabumba,
triângulo, shake e agogô) e Zé (Sanfona), além
de Alexandre na guitarra baiana, violões e guitarra. Produziu
ainda trabalhos de outras bandas independentes, como a de música
nordestina "Cegueira de Nó".
OUTROS PROJETOS
Seu caráter revolucionário
e sua paixão pela música o levaram a desenvolver um projeto de pesquisa
independente, escrevendo e cifrando músicas da década de 50 que
marcaram o surgimento do trio elétrico (Dodô e Osmar) - época mais
virtuosa da guitarra elétrica (leia-se, inicialmente, pau elétrico)
na Bahia - gerando um processo de (re)vitalização da guitarra baiana,
enobrecendo o uso desse instrumento, visto seu valor histórico.
Nessa vertente, atualmente tem sido convidado para uma série de
apresentações na capital baiana, tocando chorinho e frevo, utilizando
não apenas a guitarra baiana, mas também o bandolim. Esse trabalho
de valorização da música brasileira vem impressionando a todos aqueles
que tem a oportunidade de conhecer.
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